Minha vida está organizada e de um tempo para cá tenho me esforçado para resolver pelo extrajudicial o Inventário da minha mãe está seguindo o rito judicial há onze anos inicialmente por ignorância e arrogância de uma herdeira que disse erradamente que tinha que ser assim e convenceu os outros.
Quando lá na frente caíram em si que não tinha fundamento a argumentação de que tinha que ser judicial e vieram conversar comigo para mudar o rito, já tinha acontecido tanta canalhice comigo que eu assumo não me interessei mais pelo assunto a ponto de começar a discutir os pontos de discórdia.
Procuro me comportar tendo um norte moral e fiz uma oferta que não tinha nenhuma obrigação legal de fazer de um valor relevante como uma concessão da minha parte, mas estabeleci hoje como prazo de validade dessa oferta.
Recentemente o juiz respondeu a uma petição que fiz intimando todos os herdeiros a se manifestarem quanto às declarações iniciais do Inventário que estão incorretas e incompletas.
Não vou perder prazo.
Vou peticionar em tudo que aconteceu de errado, Vou começar pelo recebimento indevido de aluguéis na conta de uma herdeira que não era Inventariante, demonstrando com vários documentos que isso aconteceu assim como demonstrar a necessidade de que ela apresente seus extratos de conta porque posso provar também que algumas vezes ela tentou tirar vantagens indevidas e as mentiras comprovadas por seus e-mails contradizendo a si mesma.
Esse Inventário poderia ter sido resolvido três meses depois do óbito se tivessem aceito, como eu propus por escrito, de utilizar o extrajudicial.
Houve interesse e uma única exceção que acha que pode fazer o que quer e que leis não se aplicam a ela.
Minha oferta para ela fica cancelada e vou novamente peticionar no Inventário.
Vai ser exposta de uma maneira exemplar, mas ela não se arrepende nem se envergonha de nada. Não tenho a impressão que isso signifique muita coisa para ela, mas, pelo menos vai responder por seus atos.

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