Não foi por acaso a lembrança.
Foi porque acabei de ver um vídeo no YouTube onde eram mostradas três cenas onde policiais americanos em serviço paravam, por infrações de trânsito, carros onde se encontravam três diferentes chefes de polícia aos quais eles eram subordinados ainda que indiretamente.
Os policiais tinham câmeras corporais, de onde foram extraídos esses vídeos que mostravam a reação de arrogante de dois deles e a reação do terceiro, inclusive fardado, se desculpando pelo erro que foi ultrapassar um sinal amarelo e não se incomodando de seguir o protocolo que exige o pedido da habilitação, do registro do carro e do seguro e aceitando o "warning" verbal do policial.
Isso foi o que me levou a um fato ocorrido há mais de vinte anos e que me contou um amigo, coronel da Polícia Militar em São Paulo e que, na época, comandava o CPTRAN - Comando de Policiamento de Trânsito em São Paulo. Ele foi parado por um Policial Militar Rodoviário na Imigrantes por excesso de velocidade.
Ele contou que o policial o reconheceu e ficou muito sem graça, mas que ele o tratou com muito respeito e gentileza e disse a ele para lavrar a multa.
Para o policial, aquilo deve ter sido algo admirável.

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