Faz um tempo convidei uma moça à minha casa porque eu achei que ela não estava bem naquele dia. Ela veio e conversamos por muito tempo e eu realmente não tinha nenhuma outra intenção por trás daquele convite. Acredito na amizade entre um homem e uma mulher. Na verdade gosto mais delas, por tudo, forma, cheiro, voz, conversa e até mesmo pela tensão subliminar que existe ali, mesmo que a gente não confesse.
A partir daquele dia ela começou a escrever coisas que eu estava longe de alcançar ou sentir. Algum momento eu disse a ela que ela estava me assustando. E estava mesmo. Hoje eu até acho que ela coloca nos textos mais do que faz. Vive mais as coisas dentro da cabeça dela do que fora, mas aquilo estava ficando tão grande sem que tivéssemos trocado um beijo que na hora que ela escreveu que sentia falta até das brigas que não tinham havido o alarme tocou.
Não sinto falta de nenhuma briga, e menos ainda das que não aconteceram.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A GOTA D'ÁGUA
Hoje eu acordei de madrugada lembrando de algo que me aconteceu há algum tempo e da minha reação ao acontecido mas eu tinha uma certa dificuldade de entender minha reação; de ver o quadro completo.
Sabia imediatamente ao acontecer o que eu tinha que fazer e fiz.
Era um fim de linha.
Lamento que tenha acontecido. Não era o que eu queria, mas o que eu queria era uma situação idealizada e eu tomei conhecimento disso bem ali.
A compreensão do que aconteceu veio um pouco antes, mas acordei porque veio a trilha musical que era
Deixa em paz meu coração,
que ele é um pote até aqui de mágoa,
e qualquer desatenção,
Faça não,
Pode ser a gota d'água.
( E foi )
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