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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

AH... AS PEQUENAS BONDADES...

 


Tenho sorte com as pessoas que trabalham para mim, mas acredito que ajuda tratá-los bem, pagar sem tirar vantagem deles e dar para eles aquilo que não preciso mais e algumas dessas coisas são novas

Meu pintor, que também é marceneiro, é muito habilidoso e muito requisitado. Não tem tempo sobrando e trabalha muito para um parceiro de negócios que eu tenho e que procura fazer o que pode para tratá-lo bem também.

Mudei recentemente e eu tinha muitas coisas pequenas a serem feitas. Uns retoques de pintura numas portas, fechar uns furinhos onde tinham equipamentos, colocar três armários e uma cabeceira de cama na parede, colocar umas cortinas e coisas assim.

Final de ano todos querem terminar essas coisas e tinha muita gente disputando o tempo dele, inclusive meu amigo para quem ele trabalha muito.

Mas ele foi lá para casa dia 30 de dezembro e saiu de lá quase às oito da noite porém tenho certeza de que fiz um acerto que deixou ele muito feliz.

Faz uns dias o chamei para passar lá em casa para levar algumas dessas coisas que eu queria dar inclusive um multiprocessador nunca usado com um liquidificador que eu posso ter usado e uma camiseta nova dessas muito especiais vendidas num quiosque de shopping.

Também aconteceu semana passada. 

Entrei em contato com dois amigos para me fazer presente e, naquele exato momento eles não precisavam de nada. Não demorou muito, ela que estava contando com a entrada de um valor pequeno, teve uma surpresa com uma situação que iria atrasar aquela entrada e contava com aquilo para fazer compras de mercado.  Ela me pediu muito pouco emprestado para resolver aquela situação e eu pude fazer melhor que isso. Dei muito mais do que ela pediu, com muito prazer da minha parte e muita gratidão da parte dela.

Também foi na semana passada que falei novamente com uma pessoa que conheço para pensar em criar uma oportunidade para a filha dela e as duas se interessaram muito. Só não deu tempo de conversar antes de viajar.

Não sabia exatamente para quem, quando comprei, mas recebi 4 pistolas de bolinhas de sabão e a primeira já foi para o neto da pessoa que trabalha para mim, que ficou numa felicidade enorme, assim como ela ao vê-lo assim.

Todas essas pequenas coisas não me custaram tanto e para as pessoas para quem eu fiz teve um significado. Na verdade eu considero uma obrigação dividir com eles um pouco do que a vida me tem dado. A felicidade que traz para  cada um deles e para mim, é algo que não tem preço.

O ENCANTAMENTO PARA ALÉM DA OBRIGAÇÃO

 


Tive duas experiências que mostraram mais uma vez como a suavidade é produtiva.

A Kopenhagen tem um programa de fidelidade que acumula pontos para a troca por produtos e um outro de nome Café Fidelidade que dá um café a cada dez consumidos, quando, obrigatoriamente, deve ser feita uma compra qualquer.

Normalmente eu vou à mesma loja, na mesma cidade. Dessa vez eu fui a outra loja noutra cidade. Como o sistema deles é pagar antes de consumir, quando entrei eu pedi 30 lajotinhas e disse que queria tomar o café pelo programa e abri o aplicativo.

Eu já tinha dois cafés para resgatar, mas não conseguia colocar a loja onde eu estava, apenas a loja onde eu normalmente eu vou e onde eles apareciam acumulados. Não conseguia alterar.

A moça me informou que era assim que era o programa do Café. Eu perguntei ao Google e ele respondeu que podia ser em qualquer loja. Mostrei para a moça mas ela me disse que o regulamento era resgatar apenas na loja onde foram acumulados.

Pensando bem, faz sentido.

Então eu disse a ela para me cobrar os chocolates e o café.

Ela me disse que não iria cobrar o café e eu achei aquilo extremamente delicado da parte dela, porque ela não tinha nenhuma obrigação de fazer aquilo.

A segunda experiência foi na Decathlon. Minha filha me mostrou uma camisa e um shorts do Barcelona que haviam ganho de presente, mas o shorts era pequeno e já havia passado o prazo de troca.

Como eu não estava fazendo nada e a loja fica em frente aonde eles moram eu disse que pelo menos ia tentar,

Quando cheguei lá falei com uma moça no balcão e ela precisou chamar outra. O papel que eu tinha levado nem era daquele produto, Era de outros dois. Eu disse que sabia que estava vencido e que se não fosse possível a troca estava tudo certo.

Mas ela disse que era possível resolver e não só fez os procedimentos necessários para aquilo e imprimiu um papel com o valor do crédito válido por mais 45 dias como me disse para fotografar porque se eu perdesse o papel aquela fotografia seria o suficiente para usar o crédito.

Como eu perguntei onde ficavam os uniformes de times ela não só me acompanhou até o lugar onde ficavam, e viu que ali não tinha do tamanho que eu precisava. 

Ela abriu no celular dela para se mostrava que existia na loja e além de me mostrar que não tinham me informou que lojas mais próximas teriam aquele tamanho disponível.

Foram duas surpresas muito agradáveis.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

A EMPATIA NECESSÁRIA

 


Falei com um amigo ontem e me chamou a atenção ele estar a 500 quilômetros de casa porque tinha ido à formatura da namorada do filho.

Coisas que eu não pensaria em fazer me interessam, especialmente porque me levam a fazer raciocínios diferentes do meu. 

No meu conceito, é uma consideração enorme, com uma pessoa que ainda nem é da família, mas para algumas das pessoas que eu conheço é o esperado e o normal.

Quem não alcança isso sou eu.

Não quer dizer que eu vou começar a pensar e agir igual, mas tomar conhecimento e validar a maneira de ser e agir dos outros é o que vai me dar a empatia da qual estou sentindo a necessidade para compreender melhor aquilo que não faço. 

A beleza do raciocínio está exatamente em ser uma maneira de pensar completamente diferente da minha. 

E é sempre aí que eu aprendo.

domingo, 18 de janeiro de 2026

PRESEPADA - ANTÔNIO CARLOS E JOCAFI

 



O pedacinho da letra que me veio à cabeça:


Eu errei,

mas sou dono do que faço,

Ah 

você me venceu pelo cansaço

Nosso amor estacionou em local proibido

De maneiras que nós dois

não faz mais sentido

DOIS CARTÕES VERMELHOS E DOIS GOLAÇOS

 


Primeiro cartão vermelho:

Ela é uma campeã nas minhas preferências, e recentemente estávamos nos vendo uma vez por semana, quando ela procurava. Ela tem dado uma ou outra bola fora comigo, mas eu estava relevando porque não conseguia perder a vontade dela, porém, da última vez que ela esteve na minha casa, ela começou uma discussão longa com uma amiga dela que eu conheço, pelo whatsapp. 

Achei que não era nem hora nem lugar para isso, mas não falei nada na hora. Mas eu sabia que não era só aquilo. Quando ela me procurou novamente eu disse que ela estava errando comigo e que com isso perdia minha boa vontade. 


O segundo cartão vermelho:

Ela me foi apresentada pela primeira e eu acho ela um monumento. Tivemos momentos muito bons um com o outro mas também já nos estressamos algumas vezes porque embora me agrade muito e eu goste quando ela está mansinha ela de vez em quando age como se ela fosse a última bolacha do pacote e, para mim, não é. 

Eu tinha me chateado com a arrogância dela e largado mão mas ela me procurou.  Começamos a conversar e nos entender e eu disse que aquele era o último dia possível para nos encontrarmos antes de eu viajar porque na sexta eu tenho a diarista e eu não recebo visita com ela aqui e eu já tinha compromisso para o sábado. Ela falou em nos encontrarmos naquele mesmo dia. Tudo caminhando direitinho, até ela começar a estabelecer as condições para vir e eu dizer para ela que não viesse. 

Mas disse que aquele era o jeito certo da gente se entender. Falar o que queria e se não desse liga, cada um ficava no seu canto.

Enquanto falava com ela, meu compromisso de sábado, a quem eu sabia que tinha dado uma atiçada pela manhã, falou comigo perguntando se podíamos nos ver naquele mesmo dia.  E eu disse que sim, enquanto  terminava a conversa com a outra.

Nos vimos na quinta e repetimos no sábado, porque com ela não teve uma vez que não fosse memorável.

Para não ouvir das outras duas até eu decidir se escalo novamente ou não, fiz algo que eu acho uma indelicadeza à qual só recorro em última instância. Já tinha bloqueado uma dois dias antes no whatsapp.  Bloqueei a outra também também.