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quinta-feira, 14 de abril de 2016

LIDAR COM UMA IRMÃ CANALHA



"A palavra canalha tem um conceito denotativo de uma pessoa sem caráter, ética e sem respeito ao próximo. O canalha pode ser aquele que praticou um mal que afeta a honra ou crédito de uma pessoa". (oquee.com)

Lidei com atitudes canalhas de uma irmã tanto antes como depois da morte de minha mãe.
Fui eu, embora outras pessoas fossem também prejudicadas, quem percebeu algumas dessas, digamos delicadamente, "incorreções" e exigiu o reparo do que estava acontecendo.

Ela, por seu lado, retribuiu essas minhas demandas. 
Falou muito, foi muito persistente e com muitas mentiras conseguiu criar dúvidas.
Além de mentir em várias ocasiões, quando foi pega em flagrante, em mais de um assunto criou novas mentiras, inclusive envolvendo outras pessoas, que duvido que o saibam, como justificativa para seus atos.

Mentiu, distorceu fatos mas, por incrível ou estúpido que possa parecer, não deixou de documentar que estava fazendo isso. Talvez contasse com a condescendência com a qual costumamos tratar os loucos ou que se repetisse mentiras à exaustão as pessoas acreditariam.

Durante algum tempo funcionou, mas já foi dito que não se consegue enganar a todos o tempo todo.

Mesmo precisando de uma reparação eu não desejava a exposição da família como um todo e nem dela em particular porque isso de uma forma ou de outra é vergonhoso. Algumas vezes a vontade de reagir à altura muitas vezes me levou a sentimentos de raiva muda porque eu sei qual é a diferença entre o público e o privado.

Fui contra as mentiras, fui contra as desonestidades e fui contra as manipulações. Lutei contra elas. Muitas vezes senti a falta daqueles que eu pensava deveriam fazer por onde o que fosse correto acontecesse, assim que o mal feito fosse revelado.

Protestei muito mas resolvi ficar quieto quando ouvi o comentário de um tio que disse que nós dois parecíamos dois malucos. Ela estava tendo sucesso em deixar a verdade nebulosa.

Mas o fato é que quase tudo que fez, foi por escrito e tudo que é escrito é documento. E eu muitas vezes avisei que muito do que ela fazia de errado e que mentia a respeito estava documentado por ela mesma e que eu iria levar a público para restabelecer a verdade.
Como não o havia feito até agora acho que ela não acreditou.


Agora vai acreditar.

quarta-feira, 16 de março de 2016

UMA PESQUISA SOBRE SOCIOPATAS


Tenho lido muito, ouvido muitas palestras, feito muitos rascunhos e trabalhado na organização de uma documentação que vai me levar a o único fim possível para um assunto que me incomoda.
Como está em muitos sites não sei em qual deles retirei o texto abaixo.

Embora a psicopatia (também chamada de sociopatia ou transtorno de personalidade antissocial) seja popularmente associada a pessoas violentas, com aparência insana - ou seja, facilmente identificáveis -, tal associação é comumente errônea, porque diferente do que as pessoas acreditam; psicopatas, em sua maioria, não são assassinos.

Mesmo que não demonstrem socialmente, a característica principal da psicopatia é um forte traço narcisista enraizado na personalidade. São indivíduos megalomaníacos , imprevisíveis, sem escrúpulos, excessivamente egoístas e egocêntricos.

Um ponto muito comum entre todos os psicopatas é o ambiente intrafamiliar marcado por diversos e extensos conflitos; todo psicopata tem um ambiente familiar conturbado, permeado por constantes discussões e brigas.

Frequentemente, esmagam suas vítimas de uma forma tão sutil e quase imperceptível, que praticamente ninguém percebe - apenas a vítima, ao tempo que posam para a sociedade como santinhos e cidadãos do bem.   Dependendo do grau da psicopatia, deixam marcas por onde passam, de sentimentais a financeiras.

São excessivamente manipuladores e controladores. O lema de um psicopata é "sempre controlar para não ser controlado".

Sua conduta carece normalmente de uma motivação, ou se uma motivação pode ser inferida, ela é inadequada enquanto explicação para tal comportamento.

Eles são reis em inversão de papéis. Sua vida inteira é vivida de forma teatral e dramática, onde o psicopata é sempre a "vítima" ou "coitadinho" e os outros são os vilões maldosos que merecem punição.

Nunca admitem um erro, querem ter sempre a razão de tudo e tentam fazer o possível para com que o outro se sinta o culpado. De uma forma ou de outra, esses indivíduos têm notáveis tendências em estimular sentimentos de dó, compaixão e pena nas outras pessoas. Como é perceptível, a maioria dos psicopatas não mata, mas é capaz, porém, de arrebentar facilmente com o emocional e até mesmo o financeiro das pessoas.

Eles são literalmente antissociais, parecem odiar tudo e todos, são hostis à sociedade, demonstrando uma conduta que lhe traz conflitos freqüentes com o meio em que vivem. Podem ser contrários às regras, rebeldes, agressivos e apresentam um comportamento em que suas ações são destinadas a irritar às pessoas em sua volta, por isso são freqüentemente irritantes e pouco toleráveis.

Psicopatas usam a mentira como mais uma ferramenta para seus objetivos. Exatamente por isso, eles não usam a mentira da mesma forma que as outras pessoas usam e sim usam-na como ferramenta de trabalho. Tais mentiras muitas vezes são caracterizadas por histórias muito bem detalhadas e minuciosas, contadas com naturalidade, sem nenhum constrangimento, a ponto que as outras pessoas nem sequer desconfiam de que tudo não passa de um teatro, por isso, raramente suas mentiras são descobertas. Entretanto, quando isto acontece, eles podem negar até a morte que tudo não passa de uma farsa, mesmo que tudo e todos provem o contrário. Também podem mostrar-se totalmente indiferentes à descoberta, ou admitirem, mas sempre inventando alguma desculpa de forma a tentar minimizar ou encobrir a outra mentira.

Psicopatas são pessoas excessivamente rancorosas e vingativas. Provavelmente odeiam a sociedade porque um dia foram odiados por ela - ou ao menos imaginaram ser.





COMO NÃO PERDER A CALMA?


Lembro que quando mudei para onde moro hoje, um funcionário do escritório ter me perguntado se eu era Hare Khrishna. Quando respondi que não e perguntei o por que da pergunta ele me disse que era porque eu era muito calmo e eu achei graça. 

Na hora pensei no longo caminho para chegar até ali, uma vez que ser calmo não era da minha natureza, mas o resultado de um longo trabalho para controlar meu temperamento explosivo. Conseguir me manter calmo foi uma mudança e levou muito tempo para que eu aprendesse a me controlar na maior parte do tempo. 


Aprender a agir com calma não só era mais inteligente como foi uma maneira de aprender com meus erros.

A maior parte dos meus arrependimentos são de quando acho que perdi a elegância.

Depois do dia que isso me foi perguntado passei por muitas situações com burocráticas que me levaram muitas vezes a quase perder a paciência e por outras tantas causadas por uma pessoa próxima contra as quais eu não soube como reagir porque só muito mais tarde consegui entender que estava lidando com uma sociopata.


Percebi muito depois do que deveria, que perdi o controle sobre mim mesmo não só nas situações causadas por essa pessoa, como também em outras, quando reagi como se tivesse desaprendido tudo aquilo que eu tinha levado um tempo enorme para aprender.


Me vi envolvido no jogo vil dessa pessoa e como não quisesse expô-la, nem expor a família, não soube tomar as atitudes que deveria e procurei apoio de quem também estava sendo prejudicado. 

É como se eu quisesse que os outros julgassem o que estava acontecendo e foi muito mais tarde que eu cheguei à conclusão óbvia de quem julga é juiz. 

Finalmente, depois de muito tempo, eu estava chegando ao ponto de poder reagir de maneira mais adequada e eficaz.

Percebi essa minha regressão e não tive a vontade de culpar outra pessoa por isso. A culpa foi minha, mas sinto que, embora vá fazer tudo que tenho a obrigação de fazer, vou fazer sem levantar o tom de voz, mesmo que seja por escrito. 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

COMO REAGIR A UMA PESSOA CANALHA


Estive com um amigo faz pouco tempo e ele me falou duma metáfora extremamente interessante, já que pode se aplicar a um momento pelo qual passo, já que tenho tentado pesar o que fazer e como reagir a uma pessoa que por ser da família tenho preservado, mas que, muitas vezes, como agora, tenho tido vontade de expor completamente.

Ele falou de um cachorro bravo na corrente. Disse que ele late, baba, faz barulho e incomoda, mas que ele só te pega se você for até lá.


Documentei com emails da própria pessoa, de outros parentes assim como meus, mentiras, atos desonestos e canalhices e muitas vezes preveni a essa pessoa que tudo que falamos foi por escrito e que algum momento eu iria me valer dessa documentação para mostrar realmente como é o caráter e o comportamento de cada um de nós.


Essa pessoa fala demais mas tem uma memória ruim, já que foi capaz de documentar suas próprias mentiras por escrito, se contradizendo na tentativa de justificar seus erros com uma mentira, esquecendo o que escreveu anteriormente. 


Foi capaz de convencer pessoas que ainda não se cansaram desse falar demais e das mentiras compulsivas e ainda existem pessoas que ainda não perceberam que tem alguma coisa errada com isso.


Perdi tempo para comprovar isso, imprimindo e separando esses emails por assunto e estou pronto para usá-los desde o final do ano passado, quando cheguei à conclusão de quem julga é juiz, querendo peticionar num processo de inventário juntando essa documentação, senão todas as canalhices, pelo menos aquelas passíveis de fazer parte de um Inventário em andamento.


Foi quando fui fazer duas ótimas sessões de terapia que me fizeram questionar o que eu estava prestes a fazer e, pelo menos, pensar um pouco mais antes de transformar essa discussão em algo maior envolvendo justiça. 


Eu estava quieto no meu canto quando o cachorro começou a latir e babar novamente. Eu já havia chegado à conclusão que quem julga é juiz e estava pesando expor as desonestidades comprovadas no Processo, mas pensava em evitar essa atitude, que vai tornar um Inventário mais complicado e mais demorado, assim como me indispor com todas as outras pessoas que preferem ignorar o que aconteceu até agora em favor de uma solução mais rápida. 


Colocar o assunto nas mãos de um juiz é como se fosse falar com o dono do cachorro.


Estou pensando nisso novamente.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

PEQUENOS PRÊMIOS



Considero qualquer coisa boa e inesperada um prêmio. 
 Eu gosto de "prêmios". Sempre estou esperando por um.
              Não importa muito o tamanho deles. 

Num outro dia eu estava pesquisando um eletrodoméstico portátil e comparava porque queria resolver se era melhor um dos modelos menores ou um modelo maior. 

Comparei os preços mas queria pensar qual seria melhor também pela questão do tamanho de cada um então deixei para depois. 

Voltei ontem para comprar o maior que também era mais caro mas, para minha surpresa, ontem, o modelo maior estava com um ótimo desconto que aproximou muito o preço dele do preço dos menores. Comprei na hora e tentei, mas não consegui falar com um primo para saber se queria que eu comprasse um para ele também, já que estava mais que trinta por cento de desconto. Hoje, quando quis comprar outro, o preço já havia aumentado.


Embora o valor absoluto possa não ter ser tão relevante, eu já considerei um prêmio, pelo qual eu não estava esperando. E já que o preço aumentou no dia seguinte, o prêmio parecia que era só para mim.