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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

EU SOU FIEL

Acho que em tudo eu gosto de ser fiel. 
Algum momento contei como esse Pour Homme de Roberto Capucci passou a ser o meu perfume. Li que foi criado em 1967 e eu continuo gostando.
Mas estava cada vez mais difícil encontrar. 

Procurei sem sucesso na internet. 

Perguntei, sem muita esperança, a uma pessoa que vende perfumes aqui se poderia consultar a importadora de onde ele compra e ele surpreendentemente me conseguiu um, mas disse que não conseguiria dois.

Vou aproveitar muito cada vez que usar.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

APRENDENDO A RESPEITAR DINHEIRO

Eu não dava importância a dinheiro e acho não o tratava com o respeito. Cheguei à conclusão que não cobrar aquilo que é meu é errado e que eu precisava mudar esse paradigma. Porque fazer isso era agir como se não precisasse dele e ele não precisasse ser meu amigo.

Creio que não é um problema só meu. 

As pessoas não gostam de enfrentar situações desagradáveis e de cobrar porque pensam que quem deve tem a obrigação de lembrar. 
Mas alguns não lembram se não forem lembrados.

Resolvi uma pendência e fui atrás de coisas pequenas que preciso menos agora do que precisei antes, muito mais para mudar o meu comportamento e para mostrar a mim mesmo que é importante fazer isso. 

Dois já estão finalizados. 

Outros dois foram favores que fiz em dois contextos distintos.

Um é com uma pessoa que merece toda minha consideração. Vou tocar no assunto quando nos encontrarmos.

O outro caso foi diferente...

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A MENTIRA TEM RABO COMPRIDO

Faz algum tempo que tenho entendido como não muito corretas algumas ações de uma determinada pessoa, mas outras pessoas tão interessadas quanto eu nos assuntos que envolviam essa minha percepção eram muito condescendentes com essas atitudes e demoravam muito tempo para absorver a minha inconformidade com os fatos e reforçar para que aquilo que tinha sido feito de forma, no mínimo, incorreta, e fosse reparado. 

Além das atitudes obviamente erradas,  havia um assunto no qual eu sabia haver uma desonestidade e sugeri que outras duas pessoas questionassem porque se eu questionasse eu não teria a mesma delicadeza. 


Para comprovar o ocorrido eu precisava fazer uma consulta a um órgão público e precisaria esclarecer o motivo e embora a desonestidade fosse dessa pessoa, por ser parente, eu fiquei muito incomodado ao ter que fazer isso.


Por esse motivo, quando tive a informação do número do processo, que iria desaguar em todos os dados informei a duas pessoas para que com o comentário delas com a pessoa, ela tivesse uma saída menos desonrosa, naquele momento, mesmo que alegasse um esquecimento.


Mais uma vez ela negou por escrito ter recebido aquela importância, pensando que não se chegaria à todas as informações.


Enviei todos os detalhes do pagamento feito, para as mesmas duas pessoas,  como data, valor, banco, agência, nome da pessoa como favorecida, CPF e o número da ordem bancária para que ela não pudesse argumentar que não havia recebido.


Esperei uns dias e finalmente alguém a confrontou a respeito do recebimento daquele valor e ela por fim admitiu o recebimento, devolveu o dinheiro mas ainda continua mentindo, inventando estórias para explicar o inexplicável. 


Eu gostaria de encerrar o assunto, porque pelo menos para mim, já foi muito penoso, mas pelo jeito vou ter que esperar uma informação complementar para derrubar as novas mentiras que ela não devia ter contado.


MERECER CONFIANÇA


No meu trabalho estive perto de pessoas muito poderosas e uma característica pessoal que veio a se tornar valiosa no meu trabalho foi a capacidade de ver e ouvir, aprender e até formar minha opinião, sem nunca contar nada dessas informações sensíveis para quem quer que  fosse, sem nenhuma necessidade de que isso me fosse recomendado.
  
O segredo de cada negócio assim como os assuntos particulares de cada um pertenciam a eles e não a mim.  Se eu estava ali era porque merecia confiança. 
Nunca traí essa confiança, nem mesmo quando essas relações deixaram de existir. 

Essa confiabilidade é parte de mim mesmo, até quando me prejudica.


Na vida pessoal construí uma relação forte comigo mesmo, muitas vezes esperando dos outros o mesmo comportamento que o meu e algumas vezes isso não aconteceu. Sempre fui muito sincero e essa sinceridade algumas vezes, se transforma numa imensa falta de diplomacia e até mais que isso.

Para o bem ou para o mal, também aprendendo com os erros cometidos, no decorrer da vida, me construí como pessoa com um forte senso de valor.


Como acredito nos valores que adquiri, posso entrar em conflito com quem não tem os mesmos  e o mal é quando isso se transforma na necessidade de provar que estou certo, mas, tanto quanto posso tenho procurado evitar, acreditando que o tempo passando traz a verdade, mas, ultimamente tenho achado que o tempo está precisando da minha ajuda.