Posso até não concordar mas que acho que cada um tem o direito de ter sua própria opinião.
Nesse aspecto, gostaria muito de estar certo a respeito de mim mesmo.
Vejo graça na frase que diz que "quanto mais somos tolerantes, menos toleramos os intolerantes". Hoje, para mim, chega muito perto do insuportável estar perto de alguém que acha que os outros não tem o direito de ter uma opinião diferente da deles.
Na verdade de vez quando gosto de estar com quem é diferente de mim, principalmente se a pessoa tem argumentos.
Vejo como uma oportunidade para que eu me abra para um outro raciocínio. Ouvir com o espírito desarmado é como dar uma oportunidade para ser convencido.
O que eu acho é que uma conversa não é uma disputa para ver quem vence, nem uma discussão deve ser algo que separe as pessoas, mesmo que não cheguem a um denominador comum.
Denominadores comuns em tudo não são algo imprescindível.
Precisamos sim saber o que são diferenças irreconciliáveis, dessas que estar perto passa a ser impossível.
Não concordar em tudo não deve ser um empecilho para a convivência nem motivo para zanga.
Mas não estar disposto a conversar sobre tudo, para mim é.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
A CATARSE RELIGIOSA
Nem era minha intenção, mas eu estava esperando alguém que estava lá então fui até mais perto da igreja lotada, com pessoas do lado de fora.
Eu fui criado católico mas depois de um tempo só fui à igreja por alguma obrigação social e acho extremamente interessante e mesmo bonito ver uma igreja católica ter tanta gente num meio dia de um dia de semana.
Nem era o dia da obrigação.
Mas o mais interessante não foi ver a igreja cheia. Foi chegar perto num momento onde numa canção que era uma oração sentir a emoção tomar conta de muita gente que parecia precisar e cantava pedindo com muita fé.
E como Gil já dizia em Andar com Fé " "Andá" com fé eu vou, que a fé não costuma "faiá" "
Se for pela devoção demonstrada por alguns, tomara que não falhe mesmo!
Eu fui criado católico mas depois de um tempo só fui à igreja por alguma obrigação social e acho extremamente interessante e mesmo bonito ver uma igreja católica ter tanta gente num meio dia de um dia de semana.
Nem era o dia da obrigação.
Mas o mais interessante não foi ver a igreja cheia. Foi chegar perto num momento onde numa canção que era uma oração sentir a emoção tomar conta de muita gente que parecia precisar e cantava pedindo com muita fé.
E como Gil já dizia em Andar com Fé " "Andá" com fé eu vou, que a fé não costuma "faiá" "
Se for pela devoção demonstrada por alguns, tomara que não falhe mesmo!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
NÃO VER QUEM ESTÁ PERTO
Estou ficando velho.
Estou dando mais importância a uma forma de de se comunicar comum hoje entre adolescentes e jovens adultos do que deveria.
Mas não é privilégio deles. Já vi e ouvi de gente bem mais velha com o mesmo comportamento indelicado.
Essas pessoas estão com outras pessoas e na verdade não estão presentes porque com um telefone na mão a conversa que lhes interessa é a virtual. As pessoas nem olham as pessoas próximas porque estão vidradas na tela do telefone falando com outras pessoas.
É como se dissessem que a conversa que está acontecendo não lhes interessa porque as pessoas com quem estão ao telefone são mais interessantes que as pessoas que estão presentes.
Seria que pensam que interessam menos aos presentes do que às pessoas com quem estão se comunicando? Duvido.
Estou achando que não vai fazer diferença ignorar essas pessoas quando estiverem tendo esse comportamento.
Estou dando mais importância a uma forma de de se comunicar comum hoje entre adolescentes e jovens adultos do que deveria.
Mas não é privilégio deles. Já vi e ouvi de gente bem mais velha com o mesmo comportamento indelicado.
Essas pessoas estão com outras pessoas e na verdade não estão presentes porque com um telefone na mão a conversa que lhes interessa é a virtual. As pessoas nem olham as pessoas próximas porque estão vidradas na tela do telefone falando com outras pessoas.
É como se dissessem que a conversa que está acontecendo não lhes interessa porque as pessoas com quem estão ao telefone são mais interessantes que as pessoas que estão presentes.
Seria que pensam que interessam menos aos presentes do que às pessoas com quem estão se comunicando? Duvido.
Estou achando que não vai fazer diferença ignorar essas pessoas quando estiverem tendo esse comportamento.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
COMO VIVER UMA NOVA RELAÇÃO
Carregamos nossas experiências e elas passam a fazer parte de quem somos. De alguma forma esperamos que elas se repitam. É por isso que nem sempre estamos realmente prontos para experiências novas.
Ou desejamos ou tememos que elas sejam parecidas com experiências anteriores.
Devíamos ter a capacidade de viver o presente como uma experiência nova que pode ser diferente do que já vivemos.
Se foi bom antes queremos que seja igual.
Se foi ruim não permitimos que a coisa caminhe na direção que poderia para evitar que aconteça o mesmo que aconteceu antes.
Tudo pode ser novo, mas nem sempre estamos prontos para esse raciocínio.
Problemas não resolvidos são trazidos para uma relação que não os têm.
DEPENDENDO DA FELICIDADE DO OUTRO
Numa família que conheço bem os filhos foram adestrados, e essa é a palavra exata, para que que só se sentissem felizes se os irmãos estivessem felizes. É pesado colocar a felicidade dependendo da felicidade de outra pessoa e mais pesado ainda dependendo da felicidade de seis outras pessoas.
A vida é sempre de dentro para fora e cada um tem sua maneira de ver a vida. Isso já dá diferenças de como um se sente feliz e outro não vivendo a mesma situação.
Os problemas reais que cada um vive podem acontecer em momentos distintos da vida de cada um, então eles dependiam duma tremenda conjunção de fatores que faria com que cada um dos outros filhos fosse feliz individualmente naquele instante para que lhe fosse permitido ser feliz.
Parece loucura e talvez seja mesmo.
Ouvi a estória de um casal que tinha ciclos de humor completamente opostos pela manhã, quando ela estava sempre mal humorada se contrapondo ao bom humor que ele sentia logo que acordava. Um dia ela muito irritada perguntou a ele porque que ele estava tão bem humorado aquela hora da manhã e ele respondeu, já não tão bem humorado, que era porque até então não havia acontecido nada de errado.
A partir dali já havia acontecido.
Estados de humor, tristeza e bom humor são contagiantes.
Mas ser feliz quando alguém perto de você está triste parece injusto com o outro.
Então, nos seguramos.
A vida é sempre de dentro para fora e cada um tem sua maneira de ver a vida. Isso já dá diferenças de como um se sente feliz e outro não vivendo a mesma situação.
Os problemas reais que cada um vive podem acontecer em momentos distintos da vida de cada um, então eles dependiam duma tremenda conjunção de fatores que faria com que cada um dos outros filhos fosse feliz individualmente naquele instante para que lhe fosse permitido ser feliz.
Parece loucura e talvez seja mesmo.
Ouvi a estória de um casal que tinha ciclos de humor completamente opostos pela manhã, quando ela estava sempre mal humorada se contrapondo ao bom humor que ele sentia logo que acordava. Um dia ela muito irritada perguntou a ele porque que ele estava tão bem humorado aquela hora da manhã e ele respondeu, já não tão bem humorado, que era porque até então não havia acontecido nada de errado.
A partir dali já havia acontecido.
Estados de humor, tristeza e bom humor são contagiantes.
Mas ser feliz quando alguém perto de você está triste parece injusto com o outro.
Então, nos seguramos.
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