Há muito tempo eu ambicionava ter um dia onde eu começasse a ter total consciência do que fiz o dia inteiro. Já comecei vários dias com essa intenção. Sempre que eu começava a fazer isso, algum momento eu me esquecia.
Esses últimos dias eu vinha numa apatia tremenda, com uma certa bagunça se instalando à minha volta, sem que eu estivesse me incomodando muito com aquilo, ao contrário de muitos outros dias quando acordei com vontade de resolver a vida.
Não tenho dormido o suficiente, mesmo quando posso. Talvez, mesmo que eu não consiga enxergar isso, eu esteja com alguma ansiedade.
Mesmo sem motivos muito fortes para isso acabo dormindo tarde, como hoje.
O fato é que hoje, quando resolvi levantar, comecei a desfazer a bagunça externa que provavelmente estava refletindo a bagunça interna.
Vou dormir mais arrumado. Por dentro e por fora.
Esta semana pensei nessa mania que tenho de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo.
Estou com vontade de fazer algumas delas como ouvir música ou comer algo me concentrando no que estou comendo.
Deve ser uma forma de meditação, algo que não tenho feito.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
FAZER PELOS PAIS ENQUANTO ELES ESTÃO AQUI
Falava à pouco com um amigo que está passando a noite com o pai num hospital.
Lembrei do meu "outro pai" e da tranquilidade que tive quando ele se foi não só porque tive tempo para fazer o que eu podia, como fiz.
Tem gente que tem tempo para fazer, e não faz porque pensa que tem todo o tempo do mundo e quando descobre que não tem, é tarde para fazer.
Intenção não é realidade.
Todos querem presença, prazer e fazer aquilo que querem, não aquilo que os outros pensam que é bom para eles. Procurei retribuir um pouco do que recebi dele. Posso até pensar se podia ter feito mais, mas tenho paz de espírito porque, com as limitações impostas pela distância, procurei estar presente, e muitas outras vezes pelo me fiz presente pelo telefone e sempre que pude fiz aquilo que estava ao meu alcance.
Pensar nele não me tira o sono.
Lembrei do meu "outro pai" e da tranquilidade que tive quando ele se foi não só porque tive tempo para fazer o que eu podia, como fiz.
Tem gente que tem tempo para fazer, e não faz porque pensa que tem todo o tempo do mundo e quando descobre que não tem, é tarde para fazer.
Intenção não é realidade.
Todos querem presença, prazer e fazer aquilo que querem, não aquilo que os outros pensam que é bom para eles. Procurei retribuir um pouco do que recebi dele. Posso até pensar se podia ter feito mais, mas tenho paz de espírito porque, com as limitações impostas pela distância, procurei estar presente, e muitas outras vezes pelo me fiz presente pelo telefone e sempre que pude fiz aquilo que estava ao meu alcance.
Pensar nele não me tira o sono.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
UM BILHETINHO
Ela deixou um bilhetinho dizendo apenas saudades com muitas letras.
Respondi perguntando se ela ia fazer alguma coisa a respeito ou se estava apenas jogando conversa fora.
Não tenho mais tanto tempo.
Já basta eu querendo coisas perfeitas no momento perfeito.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
TRANSFORMAR OS DESENHOS DO FILHO EM BONECOS REAIS
A Tuca (Rosy Mason Bandini) é dessa pessoas excepcionalmente habilidosas e criativas.
Essa foi a última dela. Vi hoje.
Os filhos fizeram desenhos e ela transformou os desenhos em bonecos reais.
Um cachorro, o irmão e a mãe na praia de patins.
Fantástica!
SÓ NAMORA QUEM TEM FÉ
Minha vizinha me falava de uma amiga dela dizendo ser uma pessoa ótima para se conhecer, contando umas poucas coisas a respeito dela.
Mas uma ficou na cabeça.
Foi a questão da fé.
Disse que a amiga logo que conhece alguém faz uma pergunta que define se a conversa vai continuar.
A questão é no que a pessoa acredita. Diz que não importa muito se é católico, budista, espírita ou qualquer outra coisa, mas se o rapaz se declara ateu, a conversa termina ali, não importa quão bonito o moço seja.
A pessoa tem que ter fé.
Quando conhecer já sei que tenho que dizer da minha crença.
Fervorosa.
Mas uma ficou na cabeça.
Foi a questão da fé.
Disse que a amiga logo que conhece alguém faz uma pergunta que define se a conversa vai continuar.
A questão é no que a pessoa acredita. Diz que não importa muito se é católico, budista, espírita ou qualquer outra coisa, mas se o rapaz se declara ateu, a conversa termina ali, não importa quão bonito o moço seja.
A pessoa tem que ter fé.
Quando conhecer já sei que tenho que dizer da minha crença.
Fervorosa.
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