A estatística não está ajudando na avaliação.
Fui ao Roda Viva três vezes, a última nessa última sexta-feira.
Era cedo porque a música lá só começa às dez e meia da noite, mas eu tinha levado a máquina e podia fotografar e tinha a informação do dono, que por algum motivo se lembrava de mim, que quem vinha tocar não eram os mesmos que eu tinha gostado, mas que eram bons.
Não eram.
Um ótimo violonista, mas a praia dele não era Chico. Meu exigente ouvido reclamava muito.
Dei até um tempo para ver se aquecendo melhorava, e achei que tocando Sampa ele foi bem, mas tocando músicas de Chico não me convencia de maneira nenhuma e que melhor que ficar ali era voltar para casa.
Os caras que levantam o público tocam às quintas e um sábado sim e o outro não.
Pelo menos fotografei.
domingo, 6 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
PRESTAR ATENÇÃO E PENSAR FORA DO QUADRADO
Eu chamei um amigo arquiteto que veio de longe e tem experiência em condomínios para fazer um serviço para mim e não estive nem com ele nem no terreno quando ele veio e estava chateado porque no trabalho de topografia ele não tinha chegado às mesmas marcações que eu já conhecia nas divisas com um vizinho.
Estava intrigado com isso porque havia pedido que lhe dessem a planta do desmembramento anterior do qual o terreno no qual ele estava trabalhando se originou.
Ontem eu liguei para ele para ver como andava o que ele tinha que fazer e falei novamente que não estava entendendo como aquilo acontecera, quando, conversando mais demoradamente com ele, finalmente compreendi o que houve. Não haviam dado a ele a planta do desmembramento, mas apenas a planta da casa e a escritura que apenas dava a medida do terreno. Ele trabalhou com base nisso porque achou que era o que existia e não com a planta que dava as posições exatas.
Até então quando eu perguntava se tinham lhe dado a planta de desmembramento ele dizia que sim pensando que eu indagava da planta da casa.
Estávamos falando de coisas diferentes..
Eu até então estava pensando que ele estava trabalhando errado.
Eu também estava pensando que isso não exigia que eu estivesse atento a esse detalhe importante.
Momento nenhum eu pensei nessa possibilidade.
Devia ter pensado.
Já passava da hora de pensar fora do quadrado.
Esta semana tive outra experiência com isso.
Enquanto eu estava tomando banho a água do chuveiro esfriou.
Achei que poderia ser o disjuntor mas quando fui a caixa de disjuntores aparentemente nenhum havia desarmado, nem os conjuntos de 2 para 220 volts. Cheguei à conclusão que era a resistência e quando fui trocá-la percebi que estava intacta.
Fui atrás de um eletricista que fez alguns testes, mas fez algo que eu não havia sequer pensado. Depois de testar os disjuntores e ver que um deles não estava funcionando, soltou uma borrachinha que fazia com que dois trabalhassem em conjunto e ao fazer isso vimos que um deles estava desarmado. Então foi só armar novamente e eu tinha água quente novamente.
Com a borrachinha ligando os dois eu não percebia que havia um deles desarmado e que não armava quando fazia isso com o conjunto
Nem pensei em fazer o que ele fez.
De novo eu estava pensando dentro do quadrado.
Nas duas situações aprendi alguma coisa para lidar com as próximas.
domingo, 29 de abril de 2012
O VULTO DAS TORRES
Li à prestação. Quando dava lia um pedacinho. Mas acabei. Os nomes árabes não nos são muito familiares e o livro sendo grande e investigativo tem muitos nomes árabes que não me preocupei muito em lembrar. Refaz a trajetória não apenas, mas principalmente a de Bin Laden até o 11 de setembro. E coloca de uma forma inequívoca que se tivesse havido comunicação e colaboração verdadeira entre a CIA e o FBI, haveria uma grande possibilidade de que as torres ainda estivessem de pé.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
FAZENDO O QUE ME DÁ PRAZER
Quando fui ao show ontem, no elevador encontrei com uma jovem mãe com um casal de filhos e nos encontramos por mais duas vezes e já tinha começado uma brincadeira com a pequena Bianca, que foi durando os próximos encontros. Isso já foi engraçado e já foi bom. Gosto de crianças e eles de mim.
Quando eu estava me deliciando com os solos do violão de sete cordas e com a batida de samba do baterista feito com uma só mão e depois quando estava fotografando e ficando contente com o resultado das poucas fotos que fiz após o show da Karine Telles, me dei conta que isso é exatamente o que eu preciso fazer, como diz o manifesto Holstee:
Esta é sua vida.
Faça o que você ama e faça frequentemente.
Essas são algumas das coisas que eu amo fazer.
Esse vício por música e o prazer que me dá quando fotografo e fico feliz com o resultado.
Gostei das fotos que fiz da mãe da Karine Telles que é uma senhorinha com todas as marcas de expressão que tem uma senhorinha e me deu fotos ótimas.
Preciso fazer mais ainda essas coisas.
Não é que eu faça poucas vezes, mas essas últimas coisas que fui fazer e que foram extremamente prazerosas pedem mais frequência.
E se eu tiver fazendo as mesmas coisas, não interessa, o que importa é que estou fazendo coisas que eu gosto.
Então, que seja mesmo como as crianças:
De novo!
De novo!
Quando eu estava me deliciando com os solos do violão de sete cordas e com a batida de samba do baterista feito com uma só mão e depois quando estava fotografando e ficando contente com o resultado das poucas fotos que fiz após o show da Karine Telles, me dei conta que isso é exatamente o que eu preciso fazer, como diz o manifesto Holstee:
Esta é sua vida.
Faça o que você ama e faça frequentemente.
Essas são algumas das coisas que eu amo fazer.
Esse vício por música e o prazer que me dá quando fotografo e fico feliz com o resultado.
Gostei das fotos que fiz da mãe da Karine Telles que é uma senhorinha com todas as marcas de expressão que tem uma senhorinha e me deu fotos ótimas.
Preciso fazer mais ainda essas coisas.
Não é que eu faça poucas vezes, mas essas últimas coisas que fui fazer e que foram extremamente prazerosas pedem mais frequência.
E se eu tiver fazendo as mesmas coisas, não interessa, o que importa é que estou fazendo coisas que eu gosto.
Então, que seja mesmo como as crianças:
De novo!
De novo!
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