Nessas outras fotos o prédio do Banespa Santander, aonde se pode subir durante a semana até aquele observatório que dá uma vista de 360 graus da cidade, detalhes do brunch, o jovem frade bem humorado que dá as explicações durante a visita, a poltrona que foi usada pelo papa Bento XVI em sua visita ao Brasil, como trono papal e a foto do Edificio Altino Arantes - Banespa tirada da sala onde está essa poltrona.
segunda-feira, 26 de março de 2012
FOTOS DO BRUNCH MOSTEIRO DE SÃO BENTO
Este fim de semana tive a oportunidade de ir ao Mosteiro de São Bento onde há uma missa com canto gregoriano as dez da manhã de domingo. Essa missa é muito concorrida e não sobra espaço dentro da igreja, mas, mais tarde participei do brunch que fazem duas vezes por mês seguido de uma visita a igreja e ao colégio que dá a oportunidade de ver esses lugares vazios e apreciar cada angulo, que eu, aproveitei também para fotografar.
Na igreja existem ladrilhos hidráulicos e outros detalhes na decoração fantásticos, que, durante uma missa você seria taxado de maluco se ficasse observando. Tirei muitas fotos e aqui coloco algumas.
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O QUE EU VI
sexta-feira, 23 de março de 2012
UMA MÃE DESCONTROLADA
Conheço uma mãe que tem uns rompantes de descontrole e normalmente a filha paga por isso ouvindo muitos gritos e depois vemos essa mãe tentando compensar a filha pela cena anterior. Essas cenas me fazem muito mal. A filha evidentemente procura não contestar a mãe. Me preocupa a possibilidade de que esteja sufocando a personalidade, não falando nada que pense que a mãe vá desaprovar para evitar ouvir novos gritos.
Uma outra filha me conta das barbaridades que ela e os irmãos ouviam da mãe quando crianças e também dos cuidados dos quais sentiu falta quando criança e até hoje isso não ficou para trás. O tempo passa e parece que para as mulheres algumas coisas que as mães fazem são inesquecíveis e imperdoáveis.
Se tivéssemos a consciência das marcas que podemos criar em nossos filhos, seríamos muito mais cuidadosos com o que fazemos com eles hoje, até porque podemos criar padrões de comportamento e de entendimento do que é amor que serão repetidos no futuro.
E aí?
Vamos ter pena dos nossos netos?
Uma outra filha me conta das barbaridades que ela e os irmãos ouviam da mãe quando crianças e também dos cuidados dos quais sentiu falta quando criança e até hoje isso não ficou para trás. O tempo passa e parece que para as mulheres algumas coisas que as mães fazem são inesquecíveis e imperdoáveis.
Se tivéssemos a consciência das marcas que podemos criar em nossos filhos, seríamos muito mais cuidadosos com o que fazemos com eles hoje, até porque podemos criar padrões de comportamento e de entendimento do que é amor que serão repetidos no futuro.
E aí?
Vamos ter pena dos nossos netos?
TARA POR FUTEBOL
Não conheço a pessoa que me contou a estória.
Não posso afirmar que a estória seja verdadeira, mas me contou como tendo sido testemunha do fato, dando até o nome do hospital onde foi o parto.
O parto da primeira e única filha estava programado, mas a menina resolveu dar as caras por aqui dois dias antes do previsto, exatamente no dia e hora de um jogo do seu time da sua tara, porque dizer do coração, nesse caso, é pouco.
Levou a mulher para o hospital e lá a deixou em trabalho de parto, e foi para o estádio assistir ao jogo. Quando voltou a filha estava no berçário num horário que não podia ser visitada. Só viu a filha no dia seguinte, depois de muitas outras pessoas que a haviam visto no dia do nascimento.
A mulher fez questão de colocar todos que a visitaram assinando o livrinho de visitas. A pessoa que me contou disse que foi a visita de numero trinta e cinco, das que viram a filha antes do próprio pai, que não sabe porque eles vieram a se separar.
Não posso afirmar que a estória seja verdadeira, mas me contou como tendo sido testemunha do fato, dando até o nome do hospital onde foi o parto.
O parto da primeira e única filha estava programado, mas a menina resolveu dar as caras por aqui dois dias antes do previsto, exatamente no dia e hora de um jogo do seu time da sua tara, porque dizer do coração, nesse caso, é pouco.
Levou a mulher para o hospital e lá a deixou em trabalho de parto, e foi para o estádio assistir ao jogo. Quando voltou a filha estava no berçário num horário que não podia ser visitada. Só viu a filha no dia seguinte, depois de muitas outras pessoas que a haviam visto no dia do nascimento.
A mulher fez questão de colocar todos que a visitaram assinando o livrinho de visitas. A pessoa que me contou disse que foi a visita de numero trinta e cinco, das que viram a filha antes do próprio pai, que não sabe porque eles vieram a se separar.
O PASSAR DO TEMPO DA SEPARAÇÃO
Foi um dia desses que me dei conta do tempo que já faz que me separei.
Fiquei assustado.
Não percebi como tanto tempo foi passando. Tive que pensar nas datas para me dar consciência de quanto tempo fazia. Cheguei a me confundir. Dizem que tudo tem sua hora, mas a sensação foi péssima.
Me senti deixando a vida passar. Acho que eu estava meio anestesiado e para não jogar fora a única casa que eu tinha, sem possibilidades de fazer grandes mudanças. De alguma forma estou lamentando por isso.
Consigo ver algumas das coisas que me distraíram e fizeram o tempo passar, mas acho que, para pessoas que como eu são otimistas, a ideia é não se concentrar no que há de ruim.
Fui sobrevivendo, perdendo apegos a coisas e situações, aprendendo a viver sozinho mas ainda precisando esquecer a tristeza por ter tido que começar a pensar num futuro que não era o que eu dava como certo.
Nesse instante, por uma conjunção de fatores, algumas coisas parecem estar caminhando para uma solução e eu ainda estou vivo.
Ainda respiro.
Fiquei assustado.
Não percebi como tanto tempo foi passando. Tive que pensar nas datas para me dar consciência de quanto tempo fazia. Cheguei a me confundir. Dizem que tudo tem sua hora, mas a sensação foi péssima.
Me senti deixando a vida passar. Acho que eu estava meio anestesiado e para não jogar fora a única casa que eu tinha, sem possibilidades de fazer grandes mudanças. De alguma forma estou lamentando por isso.
Consigo ver algumas das coisas que me distraíram e fizeram o tempo passar, mas acho que, para pessoas que como eu são otimistas, a ideia é não se concentrar no que há de ruim.
Fui sobrevivendo, perdendo apegos a coisas e situações, aprendendo a viver sozinho mas ainda precisando esquecer a tristeza por ter tido que começar a pensar num futuro que não era o que eu dava como certo.
Nesse instante, por uma conjunção de fatores, algumas coisas parecem estar caminhando para uma solução e eu ainda estou vivo.
Ainda respiro.
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