Um dia desses tomei um café com uma amiga, e a conversa que tivemos me levou a pensar nas coisas que ela disse e nas que ela nem pensa que falou, e que já percebi em outras mulheres, quando falam a respeito de relacionamentos que não são nada gratificantes.
O que faz uma pessoa se manter atada a relacionamentos ruins, até danosos?
Seria o fato de ter alguém? Alguém que até não servia para ela, mas que seria melhor que estar sozinha.
Será que não podemos enquadrar os homens na mesma situação?
Eu, pessoalmente, sempre tive um limite.
Comecei a pensar nisso, mas não conclui. Voltei a pensar nisso porque conversei com outra amiga que me dizia dum relacionamento onde ele conseguiu levar a autoestima dela a zero, quando ela achava que não seria boa para ninguém por mais que ela imaginasse alguém com o nível de exigências não muito elevado.
Mas o que eu pensava quando contava da primeira amiga e dizia das coisas que ela nem pensava que falou, foi quando ela me deu a impressão de que pensaria em voltar para um cara que ela namorou durante um certo tempo e de quem ela dizia que não gostava nem do beijo.
Talvez apenas para não ficar sozinha.
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
CURA ATRAVÉS DA FALA
Alguns assuntos dos quais até já falei, não escrevi a respeito e estou achando que escrever sobre eles será uma espécie de libertação.
Depois de escrever não preciso mais falar.
Escrever sobre e seguir adiante deixando para trás os assuntos dos quais já falei.
Estou me curando.
Depois de escrever não preciso mais falar.
Escrever sobre e seguir adiante deixando para trás os assuntos dos quais já falei.
Estou me curando.
ILUSÕES DE ÓTICA
Já me aconteceu mais de uma vez de estar parado em um sinal vermelho e estar olhando para trás pela lateral do carro, o sinal abrir, os outros carros saírem e eu ter a impressão de estar com o carro correndo para trás e num reflexo pisar no freio.
Hoje me aconteceu algo parecido.
Estava na Castelo Branco na pista lateral da estrada e na faixa mais à esquerda, chegando ao pedágio e olhar para o lado esquerdo e achei estranho que os carros que estavam a minha esquerda da divisão de pistas também estavam indo na mesma direção.
Olhando mais à esquerda todos os carros que iam passar pelo pedágio estavam indo para o interior, nenhum no sentido contrário.
Por um ou dois segundos aquilo foi muito estranho, porque me abstraí de duas coisas; a primeira é que eu estava na pista lateral, então havia a pista central e, a segunda é que naquele pedágio só estão as cabines para os que estão indo para Alphaville, as de volta estão noutro ponto da estrada.
Vou debitar ao cansaço.
Melhor que pensar que estou endoidando.
Hoje me aconteceu algo parecido.
Estava na Castelo Branco na pista lateral da estrada e na faixa mais à esquerda, chegando ao pedágio e olhar para o lado esquerdo e achei estranho que os carros que estavam a minha esquerda da divisão de pistas também estavam indo na mesma direção.
Olhando mais à esquerda todos os carros que iam passar pelo pedágio estavam indo para o interior, nenhum no sentido contrário.
Por um ou dois segundos aquilo foi muito estranho, porque me abstraí de duas coisas; a primeira é que eu estava na pista lateral, então havia a pista central e, a segunda é que naquele pedágio só estão as cabines para os que estão indo para Alphaville, as de volta estão noutro ponto da estrada.
Vou debitar ao cansaço.
Melhor que pensar que estou endoidando.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
SE ABRINDO PARA NOVAS POSSIBILIDADES
Tenho comentado que nada está me prendendo a lugar nenhum e que me sinto como um adolescente.
Cheio de possibilidades.
Talvez devido a isso tenha ouvido nessa última semana algumas sugestões para experimentar isso ou aquilo com algumas pessoas. Minha vida está organizada e funciona, não sei o quanto, mas vale ao menos como exercício mental.
Estou esses últimos dois dias com um cliente de Nova Iorque, de quem ontem ouvi, como um elogio, que gostaria de me ter trabalhando por lá. Hoje ele me disse que gostaria que eu lesse para aprender sobre Nova Iorque e que se eu quisesse experimentar uma carreira no exterior, deveria falar com ele.
Ele é uma pessoa poderosa que poderia até estar falando sério sobre o assunto.
É ao menos lisonjeiro, e vale também, ao menos como exercício mental.
Cheio de possibilidades.
Talvez devido a isso tenha ouvido nessa última semana algumas sugestões para experimentar isso ou aquilo com algumas pessoas. Minha vida está organizada e funciona, não sei o quanto, mas vale ao menos como exercício mental.
Estou esses últimos dois dias com um cliente de Nova Iorque, de quem ontem ouvi, como um elogio, que gostaria de me ter trabalhando por lá. Hoje ele me disse que gostaria que eu lesse para aprender sobre Nova Iorque e que se eu quisesse experimentar uma carreira no exterior, deveria falar com ele.
Ele é uma pessoa poderosa que poderia até estar falando sério sobre o assunto.
É ao menos lisonjeiro, e vale também, ao menos como exercício mental.
terça-feira, 7 de junho de 2011
NÃO SENTIR FALTA DE NADA
Um dia desses encontrei a Debora e tomamos um café juntos. Ela me perguntou da academia e eu contei que tinha ido renovar meu plano e eles tinham oferecido um desconto se eu colocasse em débito no cartão, e que como eles estão aceitando cartões de bandeiras que não a do meu, fiquei de pedir um novo cartão antes de renovar o plano.
Não fiz isso até hoje. Já fazem uns meses que não estou indo a academia e teve um tempo que aquilo me fazia muita falta, por vários aspectos, inclusive o emocional.
Não está mais me fazendo falta. Vou voltar algum momento, mas posso esperar.
Na verdade não estou vendo isso como uma coisa boa.
Gosto de algumas coisas quando acontecem, mas se não acontecem, não sinto falta.
Isso me deixa meio morto. Não tem nada que esteja mexendo comigo, a ponto de me tirar do sério.
Poderia considerar isso um efeito da maturidade, mas não estou.
É como se nada fosse extremamente importante para mim, mas algo deveria ser.
Só falta achar.
Não fiz isso até hoje. Já fazem uns meses que não estou indo a academia e teve um tempo que aquilo me fazia muita falta, por vários aspectos, inclusive o emocional.
Não está mais me fazendo falta. Vou voltar algum momento, mas posso esperar.
Na verdade não estou vendo isso como uma coisa boa.
Gosto de algumas coisas quando acontecem, mas se não acontecem, não sinto falta.
Isso me deixa meio morto. Não tem nada que esteja mexendo comigo, a ponto de me tirar do sério.
Poderia considerar isso um efeito da maturidade, mas não estou.
É como se nada fosse extremamente importante para mim, mas algo deveria ser.
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