domingo, 30 de junho de 2019
IMAGENS GRAN LENÇOIS FLAT RESIDENCE BARREIRINHAS
Fora do centro. Não perde nada por isso. Um tamanho e uma estrutura que é difícil imaginar quando se está em Barreirinhas.
IMAGENS PASSEIO LENÇOIS MARANHENSES
Fui em junho de 2019 e tinha chovido muito o que inviabilizou a ida pelas trilhas e me deu uma grande vantagem; o Ibama liberou o percurso pelas dunas o que fez o passeio nada cansativo e muito interessante porque o melhor do passeio é o percurso que começa pela travessia do rio numa balsa e segue por trilhas que estavam cheias de água e lama.
Outro privilégio foi ver essa cachoeira formada perto da praia com as águas indas dos Lençóis. É algo que não acontece sempre. Não nos levaram a Atins. O guia e o motorista na verdade fazem o que querem.
IMAGENS PASSEIO DE BARCO RIO PREGUIÇAS LENÇÓIS MARANHENSES
Passeio que deve ser feito.
Sai de Barreirinhas passa pelos hotéis que tem pier e segue primeiro para Vassouras onde há um bar, os Pequenos Lençóis (nada de muito interessante) e os macacos-prego que embora amistosos estão atrás de comida e qualquer distração vão roubar e fugir rapidamente. Depois segue até Mandacaru onde há um farol da Marinha (que estava fechado) e em seguida para a Península do Caburé com o rio e um lado e o oceano no outro e onde se pode alugar quadriciclos.
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VASSOURAS
quarta-feira, 26 de junho de 2019
VIAJAR SOZINHO E PERGUNTAR
Eu gosto de gente, mas me dou muito bem comigo mesmo e não tenho nenhum problema com viajar sozinho porque em todo lugar que você vai ter gente e conversas interessantes sempre acontecem bastando para isso que você esteja aberto para elas, mesmo que não as provoque.
Tem sido comum e acho muito bom também.
No final do ano passado fiz uma viagem com amigos e eram 4 famílias, num total de 21 pessoas e eu era o único que viajou sozinho.
Faz uns dias fiz uma viagem de 2600 km e dessa vez ate convidei uma pessoa para ir comigo mas não dava certo dessa vez mas tem coisas maravilhosas no viajar sozinho. A primeira delas é que você não depende do horário ou da vontade de ninguém e com isso saí de casa na hora que eu quis e rodei mais de 1200 km quase sem parar e só jantei no hotel depois que cheguei.
No dia seguinte fiz um passeio de barco com umas 11 pessoas e quando na volta me deixaram no pier do meu hotel e saíram em direção à cidade era um barco inteiro acenando para mim como se fôssemos velhos conhecidos.
Naquela noite estive num fast food de uma franquia muito conhecida e como faltavam alguns produtos e eu sei do profissionalismo de quem faz a logística conversei longamente com a funcionária e depois com o dono da franquia por mais tempo ainda ouvindo e aprendendo.
Dias depois numa outra cidade, agora no Piauí, saí fotografando as casas com arquitetura interessante e entrei num SESC que também estava num sobrado enorme e me deparei no átrio com uma exposição homenageando um teatrólogo que eu conheço e é muito amigo de um grande amigo meu e quando vi que ele morava naquela cidade comentei isso com o segurança que estava sentado numa mesa e ele me informou que ele morava quase em frente e me mostrou a casa. Com isso fui lá e tivemos uma ótima conversa. Não fosse o comentário, não teria acontecido.
Mais tarde indo para um passeio conversei com um casal de franceses, uma senhora argentina e com um jovem casal gaúcho com o qual passei umas poucas horas e além da conversa pessoal trocamos várias informações sobre os locais aonde tínhamos estado.
Dois dias depois numa outra cidade num jantar com pessoas da família de uma prima, da qual uma parte eu estava conhecendo naquele dia faltou tempo para conversar sobre tantos assuntos que nada tinham a ver com família e ali começaram e como eu sabia que no dia seguinte iria subir na torre de uma igreja da cidade um deles quis ir comigo e tivemos uma ótima conversa no dia seguinte.
Eu gosto de gente. Eu me interesso pelo mundo a minha volta. De vez em quando eu pergunto alguma coisa.
Isso parece bastar.
Tem sido comum e acho muito bom também.
No final do ano passado fiz uma viagem com amigos e eram 4 famílias, num total de 21 pessoas e eu era o único que viajou sozinho.
Faz uns dias fiz uma viagem de 2600 km e dessa vez ate convidei uma pessoa para ir comigo mas não dava certo dessa vez mas tem coisas maravilhosas no viajar sozinho. A primeira delas é que você não depende do horário ou da vontade de ninguém e com isso saí de casa na hora que eu quis e rodei mais de 1200 km quase sem parar e só jantei no hotel depois que cheguei.
No dia seguinte fiz um passeio de barco com umas 11 pessoas e quando na volta me deixaram no pier do meu hotel e saíram em direção à cidade era um barco inteiro acenando para mim como se fôssemos velhos conhecidos.
Naquela noite estive num fast food de uma franquia muito conhecida e como faltavam alguns produtos e eu sei do profissionalismo de quem faz a logística conversei longamente com a funcionária e depois com o dono da franquia por mais tempo ainda ouvindo e aprendendo.
Dias depois numa outra cidade, agora no Piauí, saí fotografando as casas com arquitetura interessante e entrei num SESC que também estava num sobrado enorme e me deparei no átrio com uma exposição homenageando um teatrólogo que eu conheço e é muito amigo de um grande amigo meu e quando vi que ele morava naquela cidade comentei isso com o segurança que estava sentado numa mesa e ele me informou que ele morava quase em frente e me mostrou a casa. Com isso fui lá e tivemos uma ótima conversa. Não fosse o comentário, não teria acontecido.
Mais tarde indo para um passeio conversei com um casal de franceses, uma senhora argentina e com um jovem casal gaúcho com o qual passei umas poucas horas e além da conversa pessoal trocamos várias informações sobre os locais aonde tínhamos estado.
Dois dias depois numa outra cidade num jantar com pessoas da família de uma prima, da qual uma parte eu estava conhecendo naquele dia faltou tempo para conversar sobre tantos assuntos que nada tinham a ver com família e ali começaram e como eu sabia que no dia seguinte iria subir na torre de uma igreja da cidade um deles quis ir comigo e tivemos uma ótima conversa no dia seguinte.
Eu gosto de gente. Eu me interesso pelo mundo a minha volta. De vez em quando eu pergunto alguma coisa.
Isso parece bastar.
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segunda-feira, 24 de junho de 2019
I AM SAM - O FILME
Tenho uma tia que tem tido problemas de memória e eu brinco com ela dizendo que isso tem uma coisa boa que é eu poder contar para ela uma mesma piada sempre.
No tempo que existiam as video locadoras, não existia Netflix ou YouTube e eu era o melhor cliente de uma delas. Nós morávamos um pouco distante das facilidades da cidade e vivíamos muito para nós mesmos. Eu alugava uma quantidade grande de filmes e eu e minha mulher assistíamos um atrás do outro sem parar para absorver o que tínhamos visto. Não me lembro de todos eles e sou capaz de começar a ver um filme que já vi com uma certa facilidade.
Estou ficando como minha tia, muito mais velha que eu.
Acabei de assistir na Netflix esse filme de 2001 com um trio de atores fantásticos, Sean Penn, Michelle Pfeiffer e uma Dakota Fanning criança numa interpretação fantástica.
Não sei se vi antes, mas foi interessante e valeu a pena ver de novo se foi esse o caso.
Mas parar para absorver tem sido uma ideia recorrente.
Dessa vez teve um outro elemento, que é a visão de uma deficiência pelo lado do deficiente, porque sempre vejo pelo lado dos pais e sempre duvido da minha capacidade de enfrentar um problema como esse.
Se não for por um outro motivo, que seja até mesmo para lembrar e não ver o mesmo filme duas vezes.
No tempo que existiam as video locadoras, não existia Netflix ou YouTube e eu era o melhor cliente de uma delas. Nós morávamos um pouco distante das facilidades da cidade e vivíamos muito para nós mesmos. Eu alugava uma quantidade grande de filmes e eu e minha mulher assistíamos um atrás do outro sem parar para absorver o que tínhamos visto. Não me lembro de todos eles e sou capaz de começar a ver um filme que já vi com uma certa facilidade.
Estou ficando como minha tia, muito mais velha que eu.
Acabei de assistir na Netflix esse filme de 2001 com um trio de atores fantásticos, Sean Penn, Michelle Pfeiffer e uma Dakota Fanning criança numa interpretação fantástica.
Não sei se vi antes, mas foi interessante e valeu a pena ver de novo se foi esse o caso.
Mas parar para absorver tem sido uma ideia recorrente.
Dessa vez teve um outro elemento, que é a visão de uma deficiência pelo lado do deficiente, porque sempre vejo pelo lado dos pais e sempre duvido da minha capacidade de enfrentar um problema como esse.
Se não for por um outro motivo, que seja até mesmo para lembrar e não ver o mesmo filme duas vezes.
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