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quarta-feira, 22 de junho de 2016

FERNANDO DE NORONHA ESTÁ ME CHAMANDO

Vez por outra penso nos lugares onde ainda não foi e aonde gostaria de ir. Fernando de Noronha é um deles e agora estou vivendo a 700 km de Recife que é ponto de partida para lá.
Recentemente falei no assunto e comecei a ouvir uma ou outra pessoa que já foram. Sábado fui ao Cine Clube e sem nenhuma expectativa fiquei para assistir ao filme que por acaso ou por coincidência foi filmado naquela ilha. 
Foi mais um motivo para voltar a pensar no assunto.
Tenho imaginado passar uns dias lá, mergulhar, alugar uma moto que já me disseram que tem e ir andando para todos os cantos até achar que vi o suficiente.
Estou com a mesma vontade em relação aos Estados Unidos, mas lá a ideia é passar trinta dias indo para onde minha vontade me levar.

terça-feira, 21 de junho de 2016

SÓ PELO AMBIENTE DE APRENDIZADO


Há dois anos quis ocupar meu tempo de uma forma mais produtiva e mais inteligente e fiz vestibular para Direito. Passei sem dificuldades, numa boa colocação, mas depois de um semestre onde também não tive dificuldades para passar direto em todas as matérias fiquei muito decepcionado com o que encontrei em função do que imaginei que iria encontrar na faculdade. Tranquei a matrícula e fiz o Enem pensando em fazer Psicologia na Federal.

Quando veio o resultado, no primeiro dia do SISU achei que talvez a minha pontuação não desse para fazer o curso que eu queria e optei por Ciências Sociais também na Federal e estou cursando.


Tem sido uma agradável surpresa. Acho que melhor do que eu podia esperar.

terça-feira, 7 de junho de 2016

É POR ESSAS E POR OUTRAS...

Sempre tive muita paciência de para lidar com a burocracia, assim como tenho prazer em arranjar soluções alternativas para qualquer situação. 

Lembro de uma vez quando numa enorme multinacional com operações no Brasil houve pela primeira vez a visita do Board, de um diretor ter feito questão de que eu ficasse por perto, sem fazer nada, porque ele disse à sua secretária que me queria ali porque se houvesse qualquer imprevisto eu saberia o que fazer.


Hoje fui pedir na Prefeitura o cálculo do  ITBI para uma transação imobiliária com um terreno, que há dois ou três anos parecia sem solução.

Daqui para a frente ainda há muito o que ser feito para regularizar uma construção que ocupa quatro terrenos, inclusive esse último. Não quero prosseguir com esse caso, mas eu queria terminar essa primeira parte e regularizar esse terreno porque para mim é uma questão de honra terminar o que eu começo.

Fiquei uma hora esperando até ser atendido e nesse tempo observei o seguinte: vi a funcionária que me atendeu que não estava em seu posto, depois de muito tempo chegar, chamar a única senha que precedia a minha e como a pessoa não se apresentou com a senha, muito tranquilamente tirar outros papéis de sua bolsa, tratar deles e quando finalmente terminou, me chamar. Isso já foi muito chato.


O que continuou a me irritar foi a postura de total descaso e a facilidade que teve ao agir como se o meu tempo não valesse absolutamente nada ao me pedir um comprovante de residência não necessário porque garantiu que não existia cadastro para aquele CPF, mas que não havia problema; eu poderia voltar no dia seguinte com o comprovante de residência para ela dar andamento ao pedido.


Eu afirmei que havia o cadastro daquele CPF como contribuinte e disse que ia ao setor responsável para resolver o assunto imediatamente e não no dia seguinte.


Aí ela resolveu checar de novo e disse que tinha errado ao digitar na consulta e que havia cadastro para o CPF e o comprovante não era necessário. 


Eu não reclamo quando acho que não vai adiantar nada. Só faço questão de fazer alguma coisa para corrigir algo como isso que aconteceu quando penso que vai trazer algum benefício futuro, mesmo que não seja eu o beneficiado, mas para mim chega de lidar com a burocracia daqui.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

A FALÁCIA DO MUNDO JUSTO



Existe uma crença aceita por muitos de que o mundo é um lugar justo que é bem ilustrada pelo ditado que diz:  "aqui se faz, aqui se paga".
Em abril de 2014 a jornalista Ana Carolina Prado escreveu um artigo na Revista Superinteressante sobre o livro "Você não é tão esperto quanto você pensa" do também jornalista David McRaney onde ele lista 48 crenças que temos que não tem fundamento.

Uma delas é a da falácia do mundo justo que fala da crença que muitos tem de que coisas boas acontecem com pessoas boas e que coisas ruins acontecem com pessoas ruins. Não é verdade. Muitas vezes acontece é o contrário.


O mundo não acerta as contas com pessoas embora muita gente crê e até gostaria que fosse assim para não ter que tomar nenhuma atitude antipática.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

LIDAR COM UMA IRMÃ CANALHA



"A palavra canalha tem um conceito denotativo de uma pessoa sem caráter, ética e sem respeito ao próximo. O canalha pode ser aquele que praticou um mal que afeta a honra ou crédito de uma pessoa". (oquee.com)

Lidei com atitudes canalhas de uma irmã tanto antes como depois da morte de minha mãe.
Fui eu, embora outras pessoas fossem também prejudicadas, quem percebeu algumas dessas, digamos delicadamente, "incorreções" e exigiu o reparo do que estava acontecendo.

Ela, por seu lado, retribuiu essas minhas demandas. 
Falou muito, foi muito persistente e com muitas mentiras conseguiu criar dúvidas.
Além de mentir em várias ocasiões, quando foi pega em flagrante, em mais de um assunto criou novas mentiras, inclusive envolvendo outras pessoas, que duvido que o saibam, como justificativa para seus atos.

Mentiu, distorceu fatos mas, por incrível ou estúpido que possa parecer, não deixou de documentar que estava fazendo isso. Talvez contasse com a condescendência com a qual costumamos tratar os loucos ou que se repetisse mentiras à exaustão as pessoas acreditariam.

Durante algum tempo funcionou, mas já foi dito que não se consegue enganar a todos o tempo todo.

Mesmo precisando de uma reparação eu não desejava a exposição da família como um todo e nem dela em particular porque isso de uma forma ou de outra é vergonhoso. Algumas vezes a vontade de reagir à altura muitas vezes me levou a sentimentos de raiva muda porque eu sei qual é a diferença entre o público e o privado.

Fui contra as mentiras, fui contra as desonestidades e fui contra as manipulações. Lutei contra elas. Muitas vezes senti a falta daqueles que eu pensava deveriam fazer por onde o que fosse correto acontecesse, assim que o mal feito fosse revelado.

Protestei muito mas resolvi ficar quieto quando ouvi o comentário de um tio que disse que nós dois parecíamos dois malucos. Ela estava tendo sucesso em deixar a verdade nebulosa.

Mas o fato é que quase tudo que fez, foi por escrito e tudo que é escrito é documento. E eu muitas vezes avisei que muito do que ela fazia de errado e que mentia a respeito estava documentado por ela mesma e que eu iria levar a público para restabelecer a verdade.
Como não o havia feito até agora acho que ela não acreditou.


Agora vai acreditar.