Quando assisti o filme O Turista, uma das coisas que me chamou a atenção foi a vista aérea de Veneza, que não conheço.
Não conheço a Europa. Foi uma cena rápida mas ficou na cabeça. Há umas três semanas eu estava no Shopping Higienópolis e entrando na Saraiva para olhar alguns livros de fotografia achei um "50 Wonders of the World" que tem fotografias lindas e uma delas era exatamente uma vista aérea de Veneza.
Comprei, trouxe para casa para abrir depois, até porque quero fazer isso calmamente.
Tenho coisas ainda para fazer em casa, tenho controles do trabalho para serem feitos, contas para poder pagar quem trabalha para mim e esses últimos dias não tem dado nem para dormir.
Coisas de camelo. Beber bastante quando tem água.
Gostaria de ter dias com 28 horas.
Tenho muitas coisas para fazer e os de 24 não estão sendo suficientes.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
VIAJAR A TRABALHO PARA LUGARES INTERESSANTES
Algumas vezes ouvi de gente que viaja muito a trabalho para outros países que os amigos ou a família acham aquilo muito interessante, como se fosse uma tremenda vantagem.
O que eles comentam é que na maior parte das vezes tudo quanto conheceram da cidade foi o aeroporto, o escritório ou a fábrica e um ou outro restaurante.
Fui sexta e sábado, a trabalho, para uma cidadezinha próxima a Campos do Jordão onde já havia estado há um milhão de anos.
A Pousada do Quilombo é muito agradável, cheia de detalhes como: no banheiro produtos Occitane, lareira em todos os quartos com a primeira caixa de lenha lá prontinha para ser usada e lá já se tem a paisagem bem característica de montanhas de Minas Gerais.
O restaurante da Pousada é agradável, e havia um almoço incluso, que não aproveitamos embora estivéssemos relativamente perto. Lamentei por isso. No dia anterior no almoço uma truta ao molho de maracujá na cidade e o café da manhã na pousada dava uma boa idéia das possibilidades do almoço.
Não é o pior dos mundos, mas existe uma diferença entre fazer o que você quer na hora que você quer e cumprir horários e agendas a trabalho. Não impede que eu aproveite um pouco, mas não tanto quanto eu gostaria, mas está me lembrando que talvez eu tenha que fazer um pouco mais e também aproveitar um pouco mais.
A lareira, nem acendi, não estava frio, e eu estava sozinho, mas o grande motivo era pensar que poderiam haver melhores ocasiões para isso.
O que eles comentam é que na maior parte das vezes tudo quanto conheceram da cidade foi o aeroporto, o escritório ou a fábrica e um ou outro restaurante.
Fui sexta e sábado, a trabalho, para uma cidadezinha próxima a Campos do Jordão onde já havia estado há um milhão de anos.
A Pousada do Quilombo é muito agradável, cheia de detalhes como: no banheiro produtos Occitane, lareira em todos os quartos com a primeira caixa de lenha lá prontinha para ser usada e lá já se tem a paisagem bem característica de montanhas de Minas Gerais.
O restaurante da Pousada é agradável, e havia um almoço incluso, que não aproveitamos embora estivéssemos relativamente perto. Lamentei por isso. No dia anterior no almoço uma truta ao molho de maracujá na cidade e o café da manhã na pousada dava uma boa idéia das possibilidades do almoço.
Não é o pior dos mundos, mas existe uma diferença entre fazer o que você quer na hora que você quer e cumprir horários e agendas a trabalho. Não impede que eu aproveite um pouco, mas não tanto quanto eu gostaria, mas está me lembrando que talvez eu tenha que fazer um pouco mais e também aproveitar um pouco mais.
A lareira, nem acendi, não estava frio, e eu estava sozinho, mas o grande motivo era pensar que poderiam haver melhores ocasiões para isso.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
NUNCA DESPREZE UMA ADOLESCENTE FEIA
Acho que você tem muitas razões para isso, mas se não for por uma razão melhor, que seja a de que você não faz idéia do que uma adolescente feia irá se tornar no futuro.
Dois ótimos exemplos disso são a Luciana Gimenez e a Ana Hickman, que são provas vivas que o patinho feio pode se transformar em cisne.
As da Luciana que estão acima ela já estava ajeitada, se tivesse uma dela mais nova você não dizia que ia se transformar no que ela é hoje, mas não consegui achar as fotos que eu havia visto.
Resta a você crer.
ADRIANE GALISTEU EU ADORO ESSA MOÇA
Semana passada dando uma zapeada nos canais da televisão e encontrei a Adriane Galisteu com o programa da Luciana Gimenez sendo dedicado a ela.
A Luciana não consegue prender minha atenção mas depois de conhecer a Adriane eu posso dizer que adoro essa moça e depois de passar a gostar dela comecei a me interessar e gostar do que ela tem a dizer.
O Senna foi, provavelmente, o único ídolo que tive em minha vida e acho que a família dele conseguiu criar uma imagem negativa da Adriane que até para mim durou até ter esse contato com ela.
Quando o Senna ganhou o tricampeonato da Fórmula Um era de madrugada e eu estava vendo a corrida sozinho. Quando desliguei a televisão pensei que gostaria muito de conhecê-lo pessoalmente, mas que não fosse numa situação de fã.
Acho que o desejo foi grande, porque aconteceu rápido.
Houve uma festa para comemorar na fazenda do Senna em Tatuí e eu estava trabalhando no Banco do Brasil e também como diretor numa empresa que fazia arquibancadas e banheiros para eventos.
Negociei com o pai do Ayrton que teve a delicadeza de me convidar também para a festa.
Passei a semana indo a Tatuí e no sábado à tarde, depois dos treinos no kartodromo que tem dentro da fazenda, ficaram poucas pessoas além da família.
Acho muito desagradável quando uma pessoa famosa não tem um minuto de sossego e essa foi a única ocasião em que não resisti, e ele antes que eu dissesse o que queria já perguntou onde estava a máquina fotográfica. Ótima foto. Ele, eu e ninguém mais.
Com a Adriane encontrei muitos anos depois.
A mulher do meu primo era uma estilista que estava indo muito bem, vestindo muita gente famosa, inclusive a Adriane. Teve um câncer que voltou um ano depois. Fui visitá-la quase todos os dias no hospital e haviam tantas visitas que trocaram o apartamento onde ela estava por um outro com uma ante-sala. Um dia eu estava chegando nessa ante-sala quando vi a Adriane entrando no quarto. Quando ela saiu do quarto veio direto para mim e disse: - Você eu não conheço! E se apresentou com um beijo e assim foi todos os dias.
Ela e Dona Emma, mãe dela iam ao hospital quase todos os dias e ficavam muito tempo.
A mulher do meu primo, veio a falecer dentro de um mês da internação e era bem cedo quando cheguei no hospital e a Adriane apareceu logo.
Conversamos um pouquinho e eu disse para ela que não tinha a menor importância para ela, mas que ela tinha feito um milhão de pontos comigo pela atenção que ela tinha tido com a Vera. Ela me respondeu que quando gostava de alguém era assim.
Hoje quem gosta muito dela sou eu.
A Luciana não consegue prender minha atenção mas depois de conhecer a Adriane eu posso dizer que adoro essa moça e depois de passar a gostar dela comecei a me interessar e gostar do que ela tem a dizer.
O Senna foi, provavelmente, o único ídolo que tive em minha vida e acho que a família dele conseguiu criar uma imagem negativa da Adriane que até para mim durou até ter esse contato com ela.
Quando o Senna ganhou o tricampeonato da Fórmula Um era de madrugada e eu estava vendo a corrida sozinho. Quando desliguei a televisão pensei que gostaria muito de conhecê-lo pessoalmente, mas que não fosse numa situação de fã.
Acho que o desejo foi grande, porque aconteceu rápido.
Houve uma festa para comemorar na fazenda do Senna em Tatuí e eu estava trabalhando no Banco do Brasil e também como diretor numa empresa que fazia arquibancadas e banheiros para eventos.
Negociei com o pai do Ayrton que teve a delicadeza de me convidar também para a festa.
Passei a semana indo a Tatuí e no sábado à tarde, depois dos treinos no kartodromo que tem dentro da fazenda, ficaram poucas pessoas além da família.
Acho muito desagradável quando uma pessoa famosa não tem um minuto de sossego e essa foi a única ocasião em que não resisti, e ele antes que eu dissesse o que queria já perguntou onde estava a máquina fotográfica. Ótima foto. Ele, eu e ninguém mais.
Com a Adriane encontrei muitos anos depois.
A mulher do meu primo era uma estilista que estava indo muito bem, vestindo muita gente famosa, inclusive a Adriane. Teve um câncer que voltou um ano depois. Fui visitá-la quase todos os dias no hospital e haviam tantas visitas que trocaram o apartamento onde ela estava por um outro com uma ante-sala. Um dia eu estava chegando nessa ante-sala quando vi a Adriane entrando no quarto. Quando ela saiu do quarto veio direto para mim e disse: - Você eu não conheço! E se apresentou com um beijo e assim foi todos os dias.
Ela e Dona Emma, mãe dela iam ao hospital quase todos os dias e ficavam muito tempo.
A mulher do meu primo, veio a falecer dentro de um mês da internação e era bem cedo quando cheguei no hospital e a Adriane apareceu logo.
Conversamos um pouquinho e eu disse para ela que não tinha a menor importância para ela, mas que ela tinha feito um milhão de pontos comigo pela atenção que ela tinha tido com a Vera. Ela me respondeu que quando gostava de alguém era assim.
Hoje quem gosta muito dela sou eu.
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MINHA CAMINHADA
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
A REPUTAÇÃO DE UM ADOLESCENTE
Presenciei a conversa.
A escola tem muitos filhos de estrangeiros como alunos.
Permite que os pais almocem no refeitório, com os filhos.
Eles americanos, recém chegados ao Brasil, tem dois filhos, um de oito o outro com doze anos.
Ela me contava dessa possibilidade de almoçar com o filho mais velho e perguntou se podia ir almoçar com ele.
Ele disse que não, porque se fosse ela fosse iria "arruinar sua reputação".
Achei a sinceridade muito divertida, mas acho que no futuro almoçar com ela vai se tornar muito mais importante que a reputação junto aos amigos.
A escola tem muitos filhos de estrangeiros como alunos.
Permite que os pais almocem no refeitório, com os filhos.
Eles americanos, recém chegados ao Brasil, tem dois filhos, um de oito o outro com doze anos.
Ela me contava dessa possibilidade de almoçar com o filho mais velho e perguntou se podia ir almoçar com ele.
Ele disse que não, porque se fosse ela fosse iria "arruinar sua reputação".
Achei a sinceridade muito divertida, mas acho que no futuro almoçar com ela vai se tornar muito mais importante que a reputação junto aos amigos.
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